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A Câmara Municipal de Várzea Alegre realizou, na manhã desta quinta-feira (5), audiência pública em alusão aos 100 anos do assassinato de Maria Antônia da Conceição (Maria de Bil), crime ocorrido em 11 de março de 1926. Maria de Bil é considerada santa popular e reverenciada como mártir pela população de Várzea Alegre.
O encontro, no Plenário Vereador José Caetano, reuniu autoridades, estudantes e representantes de instituições locais para discutir memória histórica e o enfrentamento à violência contra a mulher.
A iniciativa foi proposta pelo vereador Otoniel Júnior (PSD) - vice-presidente da Câmara de Vereadores, e integrou a programação do mês dedicado às mulheres. Durante a audiência, participantes destacaram a importância de preservar a memória do caso e de promover debates que contribuam para o fortalecimento de políticas públicas direcionadas à prevenção da violência de gênero.
Estudantes das escolas de ensino médio Dr. José Iran Costa, José Corrêa e Maria Afonsina Diniz Macedo acompanharam as discussões e participaram das reflexões sobre cidadania, direitos e respeito às mulheres
O encontro contou ainda com a participação da primeira-dama Ingrid Lemos, da presidente da Câmara, Menésia Simião (PT), de vereadores do Legislativo Municipal, da secretária de Assistência Social, Syene Cavalcante, além de integrantes da Câmara Mirim e representantes da rede de proteção social.
Também participaram profissionais da área jurídica, da assistência social e da segurança pública, entre eles representantes do Comando de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (RAIO), a advogada Tayane Pinheiro, a assessora jurídica da Procuradoria Especial da Mulher Laionara Salles, a psicóloga Maria Eduarda, representante do CREAS, e a procuradora adjunta do município Sheila Maria.
Durante a audiência foram feitas análises sobre o cenário atual da violência contra a mulher com abordagem sobre instrumentos legais de proteção, como a Lei Maria da Penha.
Ao destacar a importância do debate, a presidente da Câmara, Menésia Simião, afirmou que a audiência pública foi pensada como um momento de reflexão coletiva sobre um episódio histórico que permanece atual diante dos desafios enfrentados pelas mulheres na sociedade. Segundo ela, reunir diferentes segmentos da comunidade, especialmente estudantes, contribui para fortalecer a consciência social e ampliar o compromisso com a defesa dos direitos e da segurança das mulheres.
Fotos: Fábio Oliveira
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